Tendência de uma força para causar rotação sobre um eixo,
força aplicada.
E o produto da
forca vezes a distancia perpendicular, desde a sua linha de ação ate o eixo do
movimento. É definido a partir da
componente perpendicular ao eixo de rotação da força aplicada sobre um objeto
que é efetivamente utilizada para fazê-lo girar em torno de um eixo ou ponto
central conhecido como ponto pivô ou ponto de rotação. A distância do ponto pivô
ao ponto onde atua uma força ‘F’ é chamada braço do momento e é denotada por
‘r’. Note que esta distância ‘r’ é também um vetor.
Torque
relacionado a obesidade
Quando a linha de ação da força peso, que se localiza no
centro de gravidade corporal, se desloca para fora da base de apoio, é criado
um torque em relação a essa base de apoio que tende a causar movimento angular
do corpo, rompendo assim, com a estabilidade ocasionando a queda do corpo9 .
Estudos demonstraram que existe relação inversa entre índice de massa corporal
(IMC) e desempenho em testes de equilíbrio
Pesquisa da Faculdade de Medicina
Correlação da força
muscular com a composição corporal segmentar na obesidade grave
A obesidade mórbida é um problema de saúde pública. O
aumento da massa gorda contribui para a perda de massa livre de gordura e
mudanças na força muscular e resistência dos músculos dos membros inferiores
(flexores e extensores), que são responsáveis pela independência, mobilidade e
capacidade para realizar com segurança as atividades diárias. OBJETIVO: Avaliar
a correlação entre a força muscular e composição corporal total e segmentar de
acordo com o grau de obesidade.
MÉTODO: Foram incluídos no estudo 132 pacientes com
obesidade mórbida de ambos os sexos, com idade entre 18 e 60 anos, sendo
divididos entre grupo obeso (>= 40Kg/m2 e < 50Kg/m²) e superobeso (>=
50Kg/m2 e < 60Kg/m²). Todos os pacientes realizaram avaliação da composição
corporal (bioimpedância elétrica) e da força muscular máxima dos membros
inferiores (dinamometria isocinética).
RESULTADOS: Não houve diferença significativa entre o
valor médio da força muscular absoluta de extensão (156,4 ± 45 Nm vs. 156,4 ±
41 Nm) e flexão (71,5 ± 22 Nm vs. 72,8 ± 22 Nm) entre o grupo obeso e
superobeso. O grupo superobeso apresentou redução da força muscular de extensão
e flexão corrigida pelo peso corporal e pelo peso dos membros inferiores em
relação ao grupo obeso (P < 0,05). A correlação da força muscular com o peso
corporal foi fraca (r = 0,37-0,57, P < 0,001) a moderada, enquanto que
observou se correlação moderada em relação ao peso dos membros inferiores (r =
0,46-0,61, p < 0,001).
CONCLUSÃO: O grupo super obeso apresentou um valor médio
na força absoluta de extensão e de flexão. A força muscular diminuída na
obesidade grave está diretamente relacionada com a composição corporal dos
membros inferiores

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